sexta-feira, 15 de outubro de 2010

mãe

Mãe, minha eterna amiga,
minha eterna querida,
lutou por mim,
com seu amor sem fim,
cuidando e me protegendo,
ficando brava até enlouquecendo.

quantas vezes me apoiou,
quantas vezes gritou,
quantas vezes te decepcionei,
quantas vezes eu briguei,
e sempre você me mostrando o mundo,
o quanto é imundo e profundo.

Quantas vezes eu chorei por você não me dar aquele dinheiro pra sair e gastar tudo, e depois você foi la fez um aperto e me deu, mesmo que amanha poderia faltar. Quantas vezes não me deixava sair, explicando o perigo da rua, mais tarde voltava e te falava no que deu errado. Quantas vezes me forçava a estudar e eu quase sempre estava a debochar, hoje, vejo o quanto eu preciso estudar e vou estudar. Quantas vezes entrei em mil e um esportes diferentes, e simplesmente, saí, meu pai ficaria bravo, mas você me apoiava. Quantas vezes você me mandava sair com guarda-chuva, que iria chover, e eu nunca peguei, e voltava sempre encharcado. Quantas vezes você me protegeu quando eu apanhei a primeira vez na rua.
De seu filho victor.

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