quinta-feira, 28 de outubro de 2010
owned
Não sei se sou depressivo, mas me sinto sozinho em volta de mil pessoas, faço-os rirem, mas estou triste, acho as pessoas superficiais, vejo o quanto é triste estar nesse mundo, me sinto um estranho no inferno, cada vez mais eu vejo ignorância, cada vez mais pessoas julgando amor, explicando o amor, e nem sabem o significado de estar gostando de alguém, me sinto um ser único e estranho, às vezes tento mudar, mas é inevitável, como eu odeio ser eu, porque pra mim, um amor, que se julga bom, faz com que eu fique dependente de outro ser tão repugnante e hostil, que me faz desacreditar na vida, em mim mesmo, ou até no que se julga bom “ o amor”, esse sentimento, ou sei lá eu o que seja, me fez acreditar nos sonhos, me fez acreditar que não sou estranho, me fez subir aos céus, me fez gostar desse mundo dessas pessoas, e quando não se via mais chão, olhando do alto, a pessoa amada, não é mais sua, e com isso fui caindo tão rápido e cai, quando eu vejo estou de volta,à esse mundo repugnante repleto de monstros internos, agora estou de volta para mais forte solidão, sem vontade de sair, sem vontade de olhar para ninguém, quando olho uma pessoa vejo o quanto sua face esconde o monstro, o monstro da igualdade, da severidade, da falta de sentimento e do “amor” próprio, cada vez mais quero ficar sozinho, cada vez mais eu me sinto estranho, cada vez mais eu quero esse sentimento longe, ontem eu conseguia dormir e sonhar com ela, hoje eu ainda sonho com ela, mas com medo de dormir e sonhar, você virou um buraco na camada do meu pensamento, eu não quero que volte para mim, jamais, eu só quero que você leve o que deixou em mim, se o amor existe então só eu obtenho e eu digo, não digas que ama, nem queira amar, é um prazer durável, e uma dor eterna, viver bem é como todos vivem, é como o mundo está, não queira paz, não queira amor, paz e amor, é uma falsa ilusão, porque quando a paz vier e o amor, dias piores estará por vir.....
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
mãe
Mãe, minha eterna amiga,
minha eterna querida,
lutou por mim,
com seu amor sem fim,
cuidando e me protegendo,
ficando brava até enlouquecendo.
quantas vezes me apoiou,
quantas vezes gritou,
quantas vezes te decepcionei,
quantas vezes eu briguei,
e sempre você me mostrando o mundo,
o quanto é imundo e profundo.
Quantas vezes eu chorei por você não me dar aquele dinheiro pra sair e gastar tudo, e depois você foi la fez um aperto e me deu, mesmo que amanha poderia faltar. Quantas vezes não me deixava sair, explicando o perigo da rua, mais tarde voltava e te falava no que deu errado. Quantas vezes me forçava a estudar e eu quase sempre estava a debochar, hoje, vejo o quanto eu preciso estudar e vou estudar. Quantas vezes entrei em mil e um esportes diferentes, e simplesmente, saí, meu pai ficaria bravo, mas você me apoiava. Quantas vezes você me mandava sair com guarda-chuva, que iria chover, e eu nunca peguei, e voltava sempre encharcado. Quantas vezes você me protegeu quando eu apanhei a primeira vez na rua.
De seu filho victor.
minha eterna querida,
lutou por mim,
com seu amor sem fim,
cuidando e me protegendo,
ficando brava até enlouquecendo.
quantas vezes me apoiou,
quantas vezes gritou,
quantas vezes te decepcionei,
quantas vezes eu briguei,
e sempre você me mostrando o mundo,
o quanto é imundo e profundo.
Quantas vezes eu chorei por você não me dar aquele dinheiro pra sair e gastar tudo, e depois você foi la fez um aperto e me deu, mesmo que amanha poderia faltar. Quantas vezes não me deixava sair, explicando o perigo da rua, mais tarde voltava e te falava no que deu errado. Quantas vezes me forçava a estudar e eu quase sempre estava a debochar, hoje, vejo o quanto eu preciso estudar e vou estudar. Quantas vezes entrei em mil e um esportes diferentes, e simplesmente, saí, meu pai ficaria bravo, mas você me apoiava. Quantas vezes você me mandava sair com guarda-chuva, que iria chover, e eu nunca peguei, e voltava sempre encharcado. Quantas vezes você me protegeu quando eu apanhei a primeira vez na rua.
De seu filho victor.
domingo, 3 de outubro de 2010
;$
Alguém que vai te amar,
alguém que vai te dizer,
que vida sem você,
é igual o céu, sem o mar,
seu sorriso destrói barreiras,
você comigo, rindo das minhas besteiras.
Que seja apenas você eu,
e eu digo que eu sou seu,
sem medo de ser feliz,
e você querendo ser minha flor-de-lis.
alguém que vai te dizer,
que vida sem você,
é igual o céu, sem o mar,
seu sorriso destrói barreiras,
você comigo, rindo das minhas besteiras.
Que seja apenas você eu,
e eu digo que eu sou seu,
sem medo de ser feliz,
e você querendo ser minha flor-de-lis.
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